cigarro eletrônico faz mal

O mal que faz o cigarro eletrônico e você nem sabia! Afinal de contas, cigarro eletrônico faz mal ou não?

Cientistas da Universidade da Califórnia concluíram que não é nada saudável fumar os chamados e-cigs, pois as tragadas são dobradas e o esforço das seguidas sucções acaba provocando danos à saúde.

Uma notícia nada boa para quem estava apostando que o cigarro eletrônico seria uma alternativa “mais saudável” à versão tradicional. Uma pesquisa divulgada pela Universidade da Califórnia provou que, para fumá-lo, a pessoa precisa fazer um esforço maior durante a sucção, o que pode provocar danos à saúde. Os também chamados “e-cigarros” tornaram-se populares recentemente nos Estados Unidos.

Trata-se de um tipo de tabaco com pouca nicotina diluída, que funciona à base de uma bateria e um carregador.

E então, cigarro eletrônico faz mal ou não?

Vamos explicar…

Quando o fumante suga o ar pelo cigarro eletrônico, um sensor ativa a bateria, que aquece a ponta. Ela fica vermelha e quente, simulando um cigarro normal. Enquanto isso, o atomizador vaporiza o propilenoglicol e a nicotina. Na inalação, o vapor leva uma dose de nicotina aos pulmões, sendo que o resíduo do aerosol é exalado para o ambiente. Como o e-cigarro não contém tabaco, ele está livre das quase 5 mil substâncias químicas e tóxicas da versão tradicional.

Isso não quer dizer, porém, que o cigarro eletrônico seja saudável. Para testar seus efeitos sobre a saúde, os pesquisadores da Universidade da Califórnia usaram uma máquina e compararam as propriedades do fumo de oito cigarros convencionais e cinco marcas de eletrônicos. Eles descobriram que, para conseguir fumar os e-cigarros, é preciso aspirar com mais intensidade.



Os cientistas também afirmam que, no caso dos eletrônicos, a densidade de aerosol cai depois de 10 tragadas, o que faz com que o fumante precise sugar ainda mais forte para conseguir produzir o gás pressurizado.

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Até agora, são poucos os estudos sobre os potenciais danos do cigarro eletrônico. Ainda assim, a Organização Mundial de Saúde não recomenda o aparelho e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu sua importação e comercialização no Brasil.

Componentes dos cigarros eletrônicos

cigarro eletrônico faz mal

Cigarros elétricos têm cinco componentes: uma luz indicadora, bateria recarregável, unidade vaporizadora, cartucho e bocal. A luz indicadora simplesmente mostra quando o cigarro está sendo usado.

A bateria alimenta a luz e a unidade vaporizadora, e o cartucho contém um líquido composto de produtos químicos que podem incluir a nicotina e outros que criam diferentes sabores como morango ou hortelã. Algumas unidades combinam os componentes vaporizador e cartucho. Fumadores inalam através do bocal de uma maneira semelhante a um cigarro tradicional.

Resumo:

Todo cuidado é pouco quando falamos sobre o tema “cigarro eletrônico faz mal”.  Portanto, mesmo se você estiver parando de fumar, não vá pelo cigarro eletrônico: é trocar um vício pelo outro. Faça um acompanhamento médico e psicológico que tudo dará certo para você parar de fumar.